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Tendências UGC que estão a transformar o marketing

6 min de leitura

O marketing digital em 2026 tem um protagonista claro: o conteúdo gerado por utilizadores. As marcas que lideram os seus setores já não dependem exclusivamente de produções internas ou de agências criativas; em vez disso, colaboram com criadores de conteúdo UGC que trazem frescura, autenticidade e uma ligação real com a audiência.

Vídeo vertical curto

Uma das tendências mais fortes é a ascensão do vídeo vertical curto. O TikTok, Instagram Reels e YouTube Shorts continuam a crescer, e o conteúdo que melhor funciona nestas plataformas é precisamente aquele que parece natural e pouco produzido. É aqui que o UGC brilha: vídeos criados por pessoas reais, com o seu próprio estilo, que se integram organicamente no feed do utilizador. Os algoritmos destas plataformas recompensam a autenticidade, e o UGC encaixa-se perfeitamente com aquilo que os utilizadores querem ver.

UGC para paid media

Outra tendência-chave é o UGC para paid media. Cada vez mais marcas utilizam conteúdo de criadores como criativos para as suas campanhas publicitárias no Meta Ads, TikTok Ads e Google Ads. Os resultados são consistentes: CTR mais elevado (click-through rate), CPM mais baixo (custo por mil impressões) e melhor ROAS (retorno sobre o investimento publicitário) face aos criativos tradicionais. Algumas marcas reportaram melhorias até 40% no desempenho dos anúncios apenas ao substituir criativos de estúdio por conteúdo UGC.

Social commerce e UGC

O social commerce também impulsiona o UGC. Com a integração de lojas no Instagram e TikTok Shop, os vídeos de criadores a mostrar produtos transformam-se em pontos de venda diretos. Reviews em vídeo, hauls e unboxings são agora ferramentas de conversão diretas. O consumidor vê o produto num contexto real, confia na opinião do criador e pode comprar sem sair da aplicação. É o funil de conversão mais curto que existe.

Inteligência artificial e UGC

A inteligência artificial também está a transformar o ecossistema UGC. As ferramentas de edição assistida por IA permitem aos criadores produzir conteúdo de maior qualidade em menos tempo: correção de cor automática, legendas geradas por IA, música livre de direitos sugerida pelo algoritmo. No entanto, a essência do UGC continua a ser humana: a autenticidade, espontaneidade e personalidade do criador são insubstituíveis.

UGC de nicho

O UGC de nicho é outra tendência em ascensão. Em vez de procurarem criadores generalistas, as marcas estão a apostar em perfis especializados em setores específicos: fitness, alimentação, tecnologia, moda sustentável, parentalidade, animais de estimação. Um criador que já fala sobre um tema de forma natural produz conteúdo muito mais credível do que outro que apenas segue um briefing. Esta especialização também beneficia o SEO, uma vez que conteúdo relevante e específico tende a posicionar-se melhor em pesquisas relacionadas.

Para além do vídeo curto

As marcas estão também a descobrir o poder do UGC em formatos para além do vídeo curto. As fotografias de produto tiradas por criadores funcionam excecionalmente bem em e-commerce, onde imagens reais geram mais confiança do que as fotos de catálogo. Os testemunhos em texto ou áudio integram-se em landing pages e emails. E conteúdos mais longos, como vídeos de 2-3 minutos com reviews detalhadas, funcionam bem no YouTube e como conteúdo de blog.

Relações de longo prazo com criadores

Por fim, as marcas procuram relações de longo prazo com criadores. Em vez de colaborações pontuais, as empresas mais inteligentes constroem comunidades de criadores que conhecem o seu produto e podem gerar conteúdo de forma recorrente. Esta continuidade nota-se na qualidade: um criador que já trabalhou com a tua marca compreende o tom, conhece o produto e pode produzir conteúdo cada vez mais alinhado. Plataformas como a UGC Slalom facilitam esta relação contínua com ferramentas de gestão, pagamentos seguros e um marketplace com mais de 600 criadores verificados que cresce todos os dias.